Óleo sobre tela, 2003.
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Há surpresas que nos tiram o chão... há surpresas que não são tão inesperadas e mesmo assim causam sofrimento. Há surpresas boas que nos deixam vários dias alegres. Fico em dúvida de qual a melhor sensação: surpreender de uma maneira boa alguém que amo, ou ser surpreendida?
Quanto as surpresas ruins creio que existem para que a gente possa valorizar as boas... e também pra gente treinar nossa capacidade de "reviver". Do contrário eu realmente não imagino outra finalidade.



















