quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Quem dera...

Acrílica sobre papel, 2009.

Quem dera pudesse tocar teu rosto, teu corpo, tua mente, teu coração... Mas no fim queria mesmo era tocar um violão e quem sabe a melodia ou a poesia te alcançava aí tão distante onde você esta. Mas se não alcançasse pelo menos aliviaria um pouco da saudade, e do medo e da vontade e acalmaria a voz que grita: - Onde você esta? Mas não sei tocar mente, violão nem coração então me ponho a pintar, ainda bem que pintura é sonho e pra sonhar eu tenho dom.

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