Deise e Bruno, Desenho, 2012
|
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Retratos 1
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Sobre...
Praia da Fortaleza- Ubatuba, Fotografia, 2012
|
Sobre uma sensação que não pode ser explicada...
Sobre uma felicidade que não se sabe como e quando vem...
Sobre alegrias que só se conhecia de ouvir falar...
Sobre sonhos que se realizam...
Sobre alguém que surge e dá sentido ao que estava esquecido...
...
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Impulso
| Hortolândia, Fotografia, 2011. |
Procurei palavras o dia todo, cansada, resolvi procurar frases prontas, também não encontrei. Então resolvi que devia desabafar com alguém, mas sem palavras e frases como faria isso? Cheguei a uma conclusão devo estudar Física, eu quero tanta coisa e eu tenho a tal força potencial me falta um tal de impulso, onde eu consigo isso? Dias sem impulso, deixam a consciência pesada e os outros dias da semana sobrecarregados. Tenho poucas horas, muitas tarefas a serem feitas, nenhum impulso... E pra ajudar aquela saudadezinha que teima em continuar aqui, saudadezinha medíocre, nem pra me fazer chorar serve! Quando a gente chora a dor ameniza, muitas vezes desaparece por um tempo, mas quando a gente não chora ela fica e atrapalha tudo que a gente faz.... No meio do caminho tinha uma pedra... No meio do caminho tinha uma saudadezinha, pequenininha, assim do tamanho de um botão...
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Depois da saudade
Diene Neves (série Capitu), 2012
|
Ainda bem que um dia a saudade ameniza, aos poucos o vento forte e a tempestade vão se tornando brisa, a gente ainda sente mais é suave o suficiente para lembrar que ela esta ali, as lembranças mesmo um tanto quanto recentes, tornam-se como lembranças infantis, um pouco confusas, nebulosas... um sorriso que era tão claro e marcante, juntamente com aqueles olhos que você não se cansava de olhar, se apagam aos poucos, e que dizer do cheiro e da voz? Da presença e das sensações causadas?
Agora eu quase choro, mas antes de chegar, o choro já se foi... estou apenas com o vazio que você deixou, então ouço muitas músicas que falam do que eu sinto em vozes e melodias diferentes, quero que estas musicas me inundem, quero que me completem, quero que preencham o vazio, que tomem meu pensamento e me tragam a esperança de um dia amar outra pessoa. Mais do que tudo quero acreditar que não se ama só uma vez...
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Atrás da linha finalmente
Universidade Estadual de Campinas, Fotografia, 2011
|
O que se esconde atras do horizonte? A linha imaginária, imóvel, impossível, idivisivel, indiscutivel, interminável, incansável, indiscreta, infinita....................................................................................................
Linha que nos engana, finge que separa o céu do mar e da estrada, mas separa nada, nem existir ela existe, só ilude, inventa, intenta.......................................................................................................
E eu aqui inoscente............................................................
Espero que o horizonte se reinvente, e que as pessoas enfim consigam ver que correr atras do horizonte é vão, mas que infelicidade não contemplar a beleza do céu e suas linhas imaginárias, difusas, e terrivelmente duvidosas!
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Afinal o último é sempre o mais intenso...
Estudo de homem 1, desenho: lápis de cor sobre papel, 2012 |
Assim eu quereria meu último poema.
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais.
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas.
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume.
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos.
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.
O último poema- Manuel Bandeira
Assim eu quereria meu último poema.
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais.
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas.
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume.
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos.
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.
O último poema- Manuel Bandeira
Assinar:
Comentários (Atom)





